sexta-feira, 5 de outubro de 2012

EU QUERO MINHA BIBLIOTECA

Release da campanha

Ecofuturo e organizações parceiras lançam campanha pela universalização de bibliotecas em escolas

O objetivo neste ano é sensibilizar e instrumentalizar candidatos às eleições municipais para que incluam a efetividade da Lei em seu programa de governo

Você sabia que de acordo com a lei 12.244, instituída em maio de 2010, é obrigatório que todas as instituições de ensino do país, públicas e privadas, tenham bibliotecas instaladas até o ano de 2020? E que há recursos públicos para a educação que podem garantir a criação e a manutenção de bibliotecas em escolas públicas? É com o objetivo de tornar essas informações amplamente divulgadas aos candidatos às eleições municipais, em especial, e aos cidadãos brasileiros que será lançada a Campanha EU QUERO MINHA BIBLIOTECA, pela Efetividade da lei 12.244/10, por meio de iniciativa do Ecofuturo para a formação de uma coalizão composta por organizações que desenvolvem trabalho de referência nas áreas de educação, leitura e biblioteca: Academia Brasileira de Letras, Conselho Federal de Biblioteconomia, Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, Instituto Ayrton Senna, Instituto C&A, Instituto de Co-Responsabilidade na Educação, Movimento Brasil Literário, Rede Marista de Solidariedade e Movimento Todos pela Educação.

Em 2010, quando a lei 12.244 foi sancionada, o movimento Todos pela Educação fez um estudo com base nos dados do Censo da Educação Básica 2008 e constatou o desafio: para atender à legislação dentro do prazo, teriam de ser implantadas 24 bibliotecas por dia, só no ensino fundamental, e 21 por dia no ensino básico. Hoje, dois anos após a promulgação da lei, não se sabe ao certo a dimensão real desse desafio. A proposta da Campanha EU QUERO MINHA BIBLIOTECA é, portanto, a de sensibilizar e instrumentalizar candidatos às eleições municipais para que incluam a efetividade da Lei em seu programa de governo, além de chamar a atenção da sociedade sobre a Lei e incentivar que solicitem aos seus candidatos o cumprimento desse direito. Para dar conta deste objetivo, será lançado site contendo: informações sobre a Lei; a publicação “Como a gestão pública pode assegurar a criação e manutenção de bibliotecas em escolas” – apresentando as linhas de recursos disponíveis; Observatório Legislativo com todos os projetos de lei em tramitação e audiências públicas agendadas sobre o tema, informações sobre bibliotecas em escolas organizadas pelos parceiros da Campanha e um mapa que mostrará, em tempo real, a adesão da população e de candidatos. A convicção é de que através da cooperação entre os diversos setores, da democratização do acesso às legislações e recursos existentes e do controle social por parte da população, seja possível planejar caminhos que garantam a efetivação da lei e assegurar, em 2020, que as metas estabelecidas em 2010 sejam cumpridas.

A base desta iniciativa do Instituto Ecofuturo é a experiência de mais de 12 anos em advocacy para viabilizar a implantação de bibliotecas comunitárias Brasil adentro, que resultou na realização de oficinas de Gestão Pública e Bibliotecas, ministradas pelo pesquisador Fernando Burgos, da Fundação Getulio Vargas, para o staff das prefeituras, secretários de educação, vereadores, diretores de escola, professores, profissionais de biblioteca e líderes comunitários. O conteúdo, organizado e redigido pelo pesquisador, está editado em uma publicação, peça-chave da Campanha, onde há indicação sobre as linhas de recursos disponíveis, os caminhos a serem percorridos e as políticas públicas existentes para a perpetuidade da Lei como política pública. A publicação, juntamente com uma carta-convite de adesão à Campanha, será enviada a todos os partidos políticos, governadores, secretários de educação, parlamentares das Comissões de Educação da Câmara e do Senado e organizações não-governamentais que atuam nas áreas de educação e leitura, entre outros. E estará disponibilizada para download gratuito no site da campanha, juntamente com outros materiais, e ganhará escala de divulgação por meio dos parceiros da coalizão e de todos que aderirem a esta mobilização.
“A força desta Campanha é a coalizão formada por organizações que tradicionalmente atuam nas áreas de educação e leitura. Esta ação de cooperação essencial para dar conta de superar desafios e pôr de pé políticas públicas de leitura e de bibliotecas neste País, é coerente com sua proposta e lhe confere legitimidade: democratizar o acesso a informações concretas que possam orientar tanto o poder público quanto a sociedade civil sobre os meios existentes para garantir o estabelecimento e a manutenção das bibliotecas através, por exemplo, de iniciativas de repasse de verba, implantação de políticas públicas locais por meio da atuação de vereadores, entre outras. É essencial que em época de eleições estejamos munidos de conhecimentos acerca do direito de termos bibliotecas em escolas – públicas e privadas , dos recursos disponíveis e possíveis de serem criados em âmbito local, da responsabilidade de cada um e dos gestores públicos para assegurar sua efetividade”, diz Christine Castilho Fontelles, diretora de Educação e Cultura do Instituto Ecofuturo.
A campanha EU QUERO MINHA BIBLIOTECA conta, nesta primeira fase, com o patrocínio da Suzano Papel e Celulose e da Editora Trip.

 

Movimento por um Brasil Literário

Você sabia que de acordo com a lei 12.244, instituída em maio de 2010, é obrigatório que todas as instituições de ensino do país, públicas e privadas, tenham bibliotecas instaladas até o ano de 2020? E que há recursos públicos para a educação que podem garantir a criação e a manutenção de bibliotecas em escolas públicas?

 É com o objetivo de tornar essas informações amplamente divulgadas aos candidatos às eleições municipais, em especial, e aos cidadãos brasileiros que será lançada a Campanha EU QUERO MINHA BIBLIOTECA, pela Efetividade da lei 12.244/10, por meio de uma coalizão composta por organizações que desenvolvem trabalho de referência nas áreas de educação, leitura e biblioteca: Movimento por Um Brasil Literário, Ecofuturo, Academia Brasileira de Letras, Conselho Federal de Biblioteconomia, Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, Instituto pela Co-Responsabilidade na Educação, e Todos pela Educação.

Em 2010, quando a lei 12.244 foi sancionada, o movimento Todos pela Educação fez um estudo com base nos dados do Censo da Educação Básica 2008 e constatou o desafio: para atender à legislação dentro do prazo, teriam de ser implantadas 24 bibliotecas por dia, só no ensino fundamental, e 21 por dia no ensino básico. Hoje, dois anos após a promulgação da lei, não se sabe ao certo a dimensão real desse desafio. A proposta da Campanha EU QUERO MINHA BIBLIOTECA é, portanto, a de sensibilizar e instrumentalizar candidatos às eleições municipais para que incluam a efetividade da Lei em seu programa de governo, além de chamar a atenção da sociedade sobre a Lei e incentivar que solicitem aos seus candidatos o cumprimento desse direito. Para dar conta deste objetivo, será lançado site contendo: informações sobre a Lei; a publicação “Como a gestão pública pode assegurar a criação e manutenção de bibliotecas em escolas” – apresentando as linhas de recursos disponíveis; Observatório Legislativo com todos os projetos de lei em tramitação e audiências públicas agendadas sobre o tema, informações sobre bibliotecas em escolas organizadas pelos parceiros da Campanha e um mapa que mostrará, em tempo real, a adesão da população e de candidatos. A convicção é de que através da cooperação entre os diversos setores, da democratização do acesso às legislações e recursos existentes e do controle social por parte da população, seja possível planejar caminhos que garantam a efetivação da lei e assegurar, em 2020, que as metas estabelecidas em 2010 sejam cumpridas.

“A força desta Campanha é a coalizão formada por organizações que tradicionalmente atuam nas áreas de educação e leitura. Esta ação de cooperação essencial para dar conta de superar desafios e pôr de pé políticas públicas de leitura e de bibliotecas neste País, é coerente com sua proposta e lhe confere legitimidade: democratizar o acesso a informações concretas que possam orientar tanto o poder público quanto a sociedade civil sobre os meios existentes para garantir o estabelecimento e a manutenção das bibliotecas através, por exemplo, de iniciativas de repasse de verba, implantação de políticas públicas locais por meio da atuação de vereadores, entre outras.

É essencial que em época de eleições estejamos munidos de conhecimentos acerca do direito de termos bibliotecas em escolas – públicas e privadas , dos recursos disponíveis e possíveis de serem criados em âmbito local, da responsabilidade de cada um e dos gestores públicos para assegurar sua efetividade”, diz Christine Castilho Fontelles, diretora de Educação e Cultura do Instituto Ecofuturo.

A campanha EU QUERO MINHA BIBLIOTECA conta, nesta primeira fase, com o patrocínio da Suzano Papel e Celulose e da Editora Trip, além do apoio da Rede Globo de Televisão.

Como um dos membros da coalisão , o Movimento por um Brasil Literário, atuando há tres anos na constituição de uma sociedade de leitores de literatura, se compromete a promover a campanha EU QUERO MINHA BIBLIOTECA, debatendo a efetividade da lei 12.244 e a importância da biblioteca nos diversos eventos literários em que participa, promovendo palestras e seminários- o que já vinha realizando, isoladamente, antes da formação da coalizão. Uma das mesas do MBL durante a FLIP de 2012 debateu a biblioteca escolar e contou com as presenças da bibliotecária colombiana Silvia Castrillón, referencia latino-americana em políticas públicas de implementação de bibliotecas, e da renomada escritora Nilma Lacerda, pesquisadora do tema, e professora da Universidade Federal Fluminense.

A adesão do Movimento por um Brasil Literário à campanha EU QUERO MINHA BIBLIOTECA é uma ação política que visa a concretização de um direito dos cidadãos brasileiros.“Consideramos a leitura literária como um dos aspectos fundantes da humanização que concorre para o exercício de um pensamento crítico, ágil e inventivo, elementos também importantes à construção dos permanentes desafios que a sociedade nos impõe. O acesso à leitura literária, portanto, é um direito de todos e deve ser um projeto político por sonhar um país mais justo, mais democrático, mais livre. A biblioteca é um espaço fundamental para a concretização desse direito”, diz Áurea Alencar, Secretária Executiva do Movimento por um Brasil Literário.

Acreditando na importância do papel da biblioteca escolar o Movimento por um Brasil Literário se compromete a lutar juntos aos demais membros da coalizão pela efetivação da Lei 12.244.

Fonte: Movimento por um Brasil Literário - 12 de Setembro de 2012


Materiais de Orientação

Clique nos links abaixo para acessar gratuitamente a publicação sobre como a gestão pública pode viabilizar bibliotecas, e outros materiais.


> Orientações sobre como acessar recursos públicos
> Graduação em Bibloteconomia
> Parâmetros para bibliotecas
> Programa mobilizador
 
Materiais de Divulgação


Fonte: http://www.euquerominhabiblioteca.org.br

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